sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Elohin Arcturus - Criador da chama da transformação e agente da libertação

Elohin Arcturus - Criador da chama da transformação - agente da libertação

O poderoso Arcturus é o Elohim do Fogo Violeta, da misericórdia e da compaixão, do apelo, do ritmo e da liberdade.

Ele serve no Sétimo Raio, cuja Chama tem a propriedade de elevar a vibração dos elétrons, átomos, moléculas e substância de que os corpos se compõem.

O Elohim Arcturus cooperou para a criação do planeta Terra; e o Seu Complemento Divino é a Bem-Amada Diana.

Canalização de Arcturus -  by Yasoha

"Criar a chama violeta é fundir as partículas para gerar as ondas que são capazes de transformar como um diluente o que é denso para o que é sutil. Atuo criando a libertação onde ela não existe e como guardião da liberdade venho lhes dizer que me chamem, meditando sobre o meu nome e direcionando as suas mentes e as mentes e culturas daqueles que estão aprisionando o saber. Não permitindo que mulheres no oriente estudem, para que nas universidades brasileiras se garanta o pluralismo do saber, pois não existe sabedoria de um único livro ou única verdade. Isso seria como resumir Deus a poucas páginas e o universo numa frase. Temos sois, solos, histórias, culturas, ciência das mais variadas e a criatividade. Uma mente livre é um ser livre. Me chamem para criar a liberdade nos países que aprisionam os seres e infelizmente no seu que estão tentando aprisionar seu questionamento e criação fazendo-os seguir como gado na direção em que se manda sem questionar. Sinta minha luz removendo suas crenças aprisionantes e a chama violeta libertar todo seu ser. Chame por mim, feche seus olhos e deixe que eu chegue, me sinta e juntos vamos libertar as dimensões 3D e 4D da ilusão de limitação, transbordando liberdade de seu coração a todos!"
Sétimo Raio: Arcturos e Diana

Templo: Templo do Elohim Arcturos

Local: No Plano etérico, perto de Luanda, Angola, África

Chama: Violeta
Atributos: Sustentação do Plano Divino pela Invocação de Fogo Sagrado
Música-chave: Andante Contable (Beethoven)

Veja a mensagem:

Canal Gabriela Yasoha
14/04/2015

Guardiã das 3 Laminas ou Maria Navalha



Guardiã das 3 laminas - ou Maria Navalha -

Teve encarnações como ninja mulher, gueixa concubina, ninja homem que se chamava Lening, antes de descer para a roda da vida era uma querubim do terceiro raio. Atua com seu Zè e seu reino é o cemitério. Protege contra magias de cemitérios e encostos vindos deste lugar. Resolve qualquer problema rápido na luz ou nas trevas. Nos ensina a desapegar de nossas dores, mágoas e frescuras e tudo aquilo que nos prende a lamúria do passado. Remove o desejo de vingança. Nos ensina a agir rapidamente e sem fazer alarde. Protetora dos agentes secretos e ninjas. Não atua por ordem ou dinheiro, atua porque esta em evolução. Gosta de rosas e flores de cemitério e champagne, mas estas coisas são somente seus ancoradores fluídicos, pois na verdade de nada precisa. Cortar amarras, amarrações, finalizar o que esta pendente, o que te prende. Em meditação chame seus guardiões pessoais e peça auxilio da senhora das 3 laminas. Não tem nenhuma necessidade de ter medo, pois Miguel corta também e ninguém o teme, certo! Um grande aprendizado vem com ela e recomendo para todos que ficam presos e não conseguem suas liberdades pessoais, as vezes ligados a um simples móvel de sala que a avó deixou e que por isso não mudam suas vidas ficando estagnados e infelizes. Maria é gente boa.

Ai vai uma história dela

Do site:


O relato a seguir é fruto de uma entrevista realizada na gira de Quimbanda de 17 de maio de 2010, no Terreiro do Pai Maneco.

Se é pra vir, venho direto na cangota. É assim que eu funciono.

Comigo as coisas são rápidas, não gosto de enrolação. E gosto de respeito.

História

Minha mãe nasceu em Minas. Só que ela, coitada, não tinha conhecimento da vida. Então, nas viagens dela, ela me largou mais pra cima, na Bahia, com os homens que vendiam crianças. Vendiam meninas como eu, pra outros homens cuidarem. – Cuidar da maneira deles, não é? – Só que eu cansei dessas coisas. Peguei um navio daqueles que transporta cereal. Fugi à noite e esperei no mato até de dia cedo para sair até o navio. Assim eu cheguei no Rio de Janeiro nos tempos antigos; nos tempos dos finais ‘zero zero’.

Quando cheguei, não sabia o que era aquilo tudo. Então comecei a fazer amigos que me levaram para os caminhos errados – até porque eu tinha que ir para qualquer caminho, porque não tinha caminho nenhum.

Aí, na vida eu conheci mais do que devia.

Muito cedo, tudo que eu tinha dentro foi embora. Aí, também nunca tive muitos homens, fora os que eu queria rapar. Essas coisas do amor, eu nunca entendi direito o que eram. Só entendi depois de morta. E não tive muita escolha pra ter sentimento, então eu fui como achava que devia ir.
E também fiz muita coisa errada.

Matei muito gringo por dinheiro… Rondava o cemitério perto do porto e lá eu ficava. Como eu também não conhecia as coisas, usei do que eu sabia fazer, que era às vezes dar uns coices nas pessoas na Capoeira pra ganhar o que eu queria. Eu participei das rodas pra lutar, não pra dançar, nem pra gingar.

Eu usava as navalhas sempre que preciso. Sempre que eu precisava e que achava que eu precisava – pra mim tudo era motivo para usar. E eu não tinha só uma, eu tinha três. Duas nas pernas e uma atrás. Porque quando você dança, quando você luta, você pode pegar de vários lugares as navalhas.

Então, eu ficava rodeando aquele cemitério e me escondia no porto. Seguia no meu dia a dia, com os peões, os homens, as biritas. E sempre na rua. Os lugares onde eu dormia também eram na rua. Perto do porto – que é de lá que eu venho, da linha do mar.

Assim eu fui até o dia em que um homem – que eu já encontrei – me rapou por trás e me degolou inteira! Mais uma cicatriz.

Então eu fiz da minha vida, o meu trabalho, para poder evoluir.
(Se Oxalá liberar, não é?)

Quimbanda

Cheguei na Quimbanda com muita luta também, mas sem navalha. E essa eu tive que lutar no mental. Tive que lutar contra o meu mental para ir chegando nos patamares onde já cheguei. É difícil, mas se consegue. E eu peguei o cavalo bem por isso, porque ela achava que não conseguia. Eu vim mostrar pra ela que ela podia

Eu agora estou ganhando meus pontinhos, me ajudando. A menina me ajuda também – pra poder ajudar os outros – e assim todo mundo se ajuda. E é só ajudando os outros que eu consigo o que eu quero.

Às vezes a gente não entende direito que precisa trabalhar com amor. Mas quando você entende, fica mais fácil alcançar os lugares que tanto quer, seja onde for. Eu tenho muito ainda pra fazer. Ajudo as pessoas que aqui na carne precisam; e elas às vezes é um pouco mais fácil de ajudar quando elas querem. Os espíritos algumas vezes têm outras coisas envolvidas. O tempo – o tempo que não é do relógio – mas um tempo maior, que às vezes tem que esperar… Mas à maneira do possível, quem eu posso, sempre ajudo.

Só não gosto de exu mandão. Essas coisas comigo não adianta, porque quem manda em mim sou eu. Presto serviço, com muito carinho, com muita vontade, porque eu sou muito feliz onde estou agora.
Vim a mando do Tranca Ruas das Almas e dela, Maria Padilha das Almas.

Sobre S. Tranca Ruas das Almas

É ele que libera a Esquerda, não é? É claro que ele recebe ordem de alguém, mas é ele quem libera. É para ele que eu trabalho, para ele e para Maria Padilha das Almas.

E como é que não pode chamar o protetor de anjo? Ele me ajudou muito. Nem o cavalo dele sabe o quanto. Eu tenho uma relação de muito dos além-mar com ele. Gosto muito dele, como todos os exus aqui que trabalham pra ele. Ele é o meu anjo. Ele protege todos nós aqui.

Tranca Ruas das Almas me ajudou bastante a subir ponte, as escadas, para largar as cicatrizes que eu tive da vida. Não só das carnes que eu tive quando era viva. O trabalho foi muito difícil, mas eu estou aqui e vou continuar.

Sou bem mais que pomba gira.

O que eu sou e o meu poder englobam muito mais do que esse nome.

Véu
Elas (D. Maria Padilha das Almas e o cavalo) têm vontade de que eu largue as navalhas e de que eu cure as cicatrizes. Para eu ser um pouquinho mais amorosa. Mas sabe, isso eu já sou. Só que muito lá dentro, guardado a sete chaves.

Também eu espero um dia poder largar tudo e não precisar de nada. Mas, como eu disse, às vezes quem vê se assusta. Até na vida que eu levava, tinha que botar o véu. Não era dessa cor, mas era um véu, para os homens não se assustarem com a minha cara.

Para eu ter todo esse domínio, tenho que ralar muito, trabalhar muito, me dedicar muito. Eu não durmo, entende?

Domínio

Esse é o meu domínio (ponto), e ele engloba várias coisas.

Isso que você vê são todas as esquinas que você pode imaginar. Estão todas aqui – pelo menos as que eu domino. E são várias. Porque isso aqui é o simbólico, pra dizer quem eu sou. Mas todos esses quadrados têm outros quadrados. Essa cruz você já entende. É pra quem eu trabalho, pra quem eu sou e da onde as almas vêm. E esse (navalha) é pra dizer que quem manda aqui sou eu. É o ponteiro. Porque isso é que é pomba gira.

Os ponteiros eu boto conforme é preciso – e também quando eu preciso modificar as energias. Às vezes precisa liberar aqui, e ali tem que segurar. Como eu disse, a água corre rápido, mais do que o pensamento. Então as águas vêm antes. E eu é que veto aqui as coisas, veto e libero.

As caveiras são minhas amigas. Então elas também trabalham comigo e pra mim. Esse ponteiro aqui é do Tata Caveira. Ele era muito apegado e queria que tivesse esse ponteiro dele no meu ponto. Aí a gente conversou e eu decidi colocar ele aqui ó, no portão entende?

Porque com as ajudas a gente consegue chegar em outros lugares.

Corações

Tem meus corações. Os coraçõezinhos que às vezes eu desenho no meu ponto – e nas velas. Mas assim muito discretamente, pra eu não perder a minha pose. Porque sabe como é, quando mulher malandraabaixa demais, mostra a bunda – como eu gosto de dizer. Então, para as pessoas acharem que eu estou bem lá por cima, sem mostrar a minha bunda, eu às vezes disfarço meus corações.

(Eles são símbolo para) O amor. Para ter humildade no coração. Para saber até o que é o amor e dar pro outro. Eu agora estou no tempo do amor, da luz do amor. Então eu tenho que distribuir isso para as pessoas, não é? Tanto pra você, que está na minha frente, quando pra menina aqui e como pra todo mundo que arria na minha frente.

São as almas que eu sirvo.

Foram elas que me ajudaram.

Falange

Eu, Maria Navalha, venho do porto, na linha que vem por Iemanjá – esse é o orixá que me traz. O poder da água, da transformação.

Meu cavalo sempre teve pavor de navalha e eu venho pra curar ela. Como o orixá mandante dela também. Os orixás, como as entidades, vêm cuidar dos cavalos, vêm fazer com que eles entendam o que eles têm para dar nessa vida. E a menina é amor – e é isso que a minha falange vem distribuir.
Depois de ter penado muito, sem saber o que é amor na vida e também depois dela, venho ensinar isso, uma coisa que nunca tive. Você já imaginou isso? É bastante difícil. Tem que ter muito entendimento, tem que ter muita compaixão consigo próprio pra poder trabalhar na falange que é a minha.

Quem faz parte

A prioridade é das mulheres – porque eu sou uma mulher -, mas também os homens ajudam. Embora a gente ajude mais os homens.

Fazem parte esses espíritos que estavam no caminho para evoluir nesse tempo do agora. Para poder conseguir fazer com que as falanges da luz, do bem, melhorem cada vez mais, para que fiquem cada vez maiores os trabalhos da luz. Para todo mundo ter a mesma sorte que eu. Porque tem muita gente que quer ser ajudada no plano espiritual. Tanto quanto os encarnados. E a vida é o eterno auxílio de compaixão em qualquer plano que se tenha.

Na Terra não é todo mundo que entende. Ás vezes até eu não entendo. Até por isso eu quero às vezes dar umas tragadinhas, para poder amenizar as coisas que eu ainda não entendo.

Eu gosto do que é fio, reto. Corta sem ninguém ver.

É assim que é meu movimento nesses lugares, ninguém nem sabe que eu passei.
A encruzilhada

As esquinas são por onde eu me movimento.

Sabe ar? Quando você vira correndo pelas esquinas, não faz um vácuo?

É isso. Em todo lugar por onde todo mundo já passou tem uma esquina. Tudo aquilo fica. O cheiro das pessoas, o que as pessoas pensam, o que as pessoas comeram. Então pra mim, quando chego no plano da Terra, é pelas esquinas que me movimento. Para mim é fácil. Aí dá pra fazer os trabalhos, cuidar… Quando as pessoas precisam de um trabalho meu ou quando sentam na minha frente, eu sempre digo para elas virarem a esquina. Para elas andarem. Porque aí, quando vira, os pensamentos mudam. E assim eu consigo tirar o que não presta das pessoas sem nem elas verem.

É como abrir navalha, filha, é a virada da esquina. Sempre fica cheiro, fica tudo. Porque as mulheres gostam de entrega nas encruzas? – Eu já prefiro na Cruz das Almas, mas todo mundo gosta de uma esquininha, não é? – E tem esquina no mundo inteiro, filha. E não só nesse mundo aí que você conhece. Até nos outros mundos, tudo é uma grande esquina. E nas esquinas é onde eu me viro. 

Sempre.

Eu, com um ponteirinho e uma vela, vou longe.

Agradecimento

As pessoas gostam do que eu faço e trazem presente, sabe? Já ganhei até brinquinho brilhante. Isso não é muito da minha preferência, mas eu guardo tudo com muito carinho. Isso é uma maneira também de trabalho: agradecimento materializado. Mas eu não uso nada disso. Eu, com os meus ponteiros e as minhas velas, estou bem feliz. Às vezes sinto falta dos dadinhos, mas eles estão aqui. É uma coisa que eu ainda tenho que melhorar, o apego com os dadinhos. Eles me ajudam a trabalhar também, mas é mais apego.

Dadinhos

Eu jogava nas brincadeiras, pra dar umas risadas da vida. Às vezes passava as tardes jogando isso, nas brincadeiras com amigos. E quase sempre, com as crianças. Fora elas, a minha vida era muito triste. Elas que me alegravam. Sempre gostei muito das crianças. Os outros, maiores, nunca me fizeram muito bem. Acho que eles me achavam muito feia. Ou às vezes me tratavam mal porque eu era da rua. Hoje a minha ligação com as crianças é com as crianças erê. Elas têm muita luz, eu gosto muito delas.

Amigos

Eles foram meus amigos na vida da carne. Os únicos com quem eu não batia de frente eram ele (S. Zé Pelintra) e o Zé da Cova. O segundo, o Zé da Cova, era tão solitário quanto eu. Entendia o que era ficar muito tempo sem falar nada. Hoje ele é um exu, exu de cemitério.

Às vezes as coisas falando são diferentes das coisas sentindo.

Sobre a luz

Encontrei ele (o homem que a degolou) lá, por onde eu ando. E agora quem cuida dele sou eu. O meu problema maior era que eu tinha que cuidar dele com amor. Ele está meio perdido – mas como eu disse: é o tempo dele. Um dia ele também vai ser como eu e vai poder trabalhar também.

Agora lido bem com isso. Tenho que. A luz apazigua qualquer coisa. Qualquer cicatriz, qualquer coisa ruim, qualquer pensamento ruim. Tudo de ruim, a luz quando bate leva. Porque vem trazendo coisas que a gente nunca mais quer largar.





Canais Paolo Yohar e Gabriela Yasoha
14/04/2015

Guardiã conhecida como Tronada Maria Quitéria



GUARDIÃ CONHECIDA COMO TRONADA MARIA QUITÉRIA -
Não tema uma guardiã, é um ser em evolução e talvez mais evoluido que você. Conte com sua proteção e aprenda com eles.

Gente sem conhecimento espiritual devido mandaram uma moça desencarnada que aparece em centros sob a face de Maria Quitéria, sendo que na verdade tinha afinidade com Maria Navalha que vou falar depois. Giras ou esseias são desencarnadas que atuam pra uma divindade chamada divindade irada, ou seja, não estão contra a lei de Deus, mas aturam freando, cortando e executando coisa que no final geram evolução, fazem parte das leis da nossa dimensão e da quarta.

Não são maus, ou demônios ou nada assim que a crendice sem estudo gerou, na verdade são almas que atuam como guardiões de conhecimentos e atuam nos resgates e carmas das pessoas. Não atuam na luz pois ainda tem pesos no coração devido ao sofrimento que viveram e ainda não foram totalmente curados, como ver toda familia morta e ser estuprada, por exemplo...para perdoar tudo isso demora....então atuam protegendo vitimas da mesma coisa e dando um jeito de reeducar quem faz, nem que seja redirecionando este ser para zonas umbralinas ou enfernais e se não for por elas, estes seres não aprendem. Mesmo em religiões que não creem neles eles atuam e são chamados de
anjos de guarda.

Então sobre e tal Quitéria que era Navalha, que na verdade se chamou Shaiene, na Lapa da década de 80.

Chegou a contra gosto, pois tinha recebido a ordem de me quebrar. E não entendeu como eu e meus amigos a localizamos e mais, como chegamos nela. Conversei e li na tela de seu coração sua revolta de ser pobre, dos estupros, na necessidade de ter matado pra ficar viva e acabou morrendo de bala perdida no morro. Vi também sua tristeza de não sustentar direito a familia e achar o mundo injusto. 
Dentro dela, também o que lhe fez a guerreira e guardiã, a vontade de mudar as coisas de proteger e não permitir que outros passem pelo que ela passou. Ela agora vai aprender compaixão e perdão na Lótus e depois vai mudar de equipe e evoluir, enquanto isso, vai proteger quem precisa. Tudo tem que ter por meta a melhora e a evolução e não negação e intolerância.

Antes de chamar Maria de Quitéria, chame seus guardiões pessoais e seu Zé Pelintra para tudo ficar em ordem. Jamais peça coisas que voltarão pra vc, apenas peça sua proteção e orientação. E esqueça a bobagem que um ser destes te leva ao mal e coisas assim...isso é desculpa de pastor que prefere culpar a entidade do que assumir sua própria depravação. Ninguém lhe leva a nada, o kardecismo esta certo quando afirma que se aproximam por afinidade, ou seja, você é do jeito que é e se aproximam por se assemelharem a você, mas também como o aluno procura o mestre para evoluir e a este auxilia em gratidão mesmo que como afinidade só tenham a vontade de evoluir os guardiões nos protegem, guiam e evitam que magias e até de rezadores que se escondem sob o nome de um ser que só ensinou amor e não doideira e discriminação como praticam. Esta parceria, objetivando o apredizado mutudo só tende a aumentar as pessoas conscientes e trabalhando por um todo maior no planeta.

Lembre-se: TEM SEMPRE ALGUÉM TE VENDO, sendo no físico ou no astral, então evolua e conta com o auxilio dos guardiões, pois você evoluirá mais se contar com eles de forma consciente, mesmo que te ajudem sem você nunca saber disso.

Ai vai um texto sobre aquela que se chama tronada, ou seja, aquela que deu nome ao grupo que é o estagio de aprendizado daquele ser.



"Pombagira Maria Quitéria das Almas...

A Sedutora do Reino da Magia!
Essa pombagira nasceu em 1624 no Reino de Portugal, em Lisboa. Como toda portuguesa, ela recebeu o primeiro nome de Maria e o segundo nome de Quitéria, em homenagem a Santa portuguesa. Ela foi criada por sua avó materna, pois sua mãe era viúva e enamorou-se do imediato de um navio mercante, seguindo com ele em viagem. Sua avó sabia a arte da cura pelo benzimento e pelas ervas e lhe passou todo esse conhecimento. Ela também recebeu o conhecimento ancestral do Povo Rom, da linhagem cigana, por parte de seu avô materno.

Assim, Maria cresceu, tornou-se uma moça bela e instruída nas artes do ocultismo. Quando ela completou 17 anos sua avó faleceu de complicações diversas recorrentes de problemas respiratórios. Então, Maria decidiu vender o que restou na casa e seguiu viagem para a Terra Nova, Brasil. Ao chegar ao Rio de Janeiro, descobriu que as coisas não seriam tão fáceis como ela pensou. Conseguiu emprego em uma estalagem, como arrumadeira, cozinheira e serviçal. Trabalhou um ano até conhecer seu futuro marido (José), que a tirou do trabalho e a levou para morar com ele no interior de Minas Gerais.

Com 19 anos Maria teve seu primeiro filho na fazenda onde seu esposo trabalhava como capataz. Maria era uma moça prendada e sabia cuidar da casa e do marido com muito carinho e isso despertou olhares cobiçosos de outros jagunços da fazenda. Passaram dois anos de harmonia e paz, até que um dia José chegou em casa e encontrou Maria desacordada nos braços de outro. Ele não pensou duas vezes, matou-a com 7 tiros e atirou contra seu companheiro que fugiu porta afora. A criança foi entregue aos cuidados de uma família da fazenda.

José viveu muitos anos infeliz e sem ninguém. Queria muito saber porque Maria fizera aquilo com ele. Maria vagou após sua morte por muitos anos... Um dia, passava José por uma mercearia a caminho da fazenda e parou pra beber uns tragos. Enquanto bebia viu que chegou um homem conhecido. José reconheceu o farsante que desgraçou sua vida e foi pra cima dele, ameaçando-o. Estava para puxar o gatilho quando o homem pediu misericórdia em troca de dizer-lhe a verdade.

José esperou e o jagunço contou a seguinte história: "Ele procurou Maria algumas vezes pedindo ajuda para sua mãe que não passava bem. Então, Maria lhe preparou uma garrafada com várias ervas e lhe instruiu como tratar de sua mãe. Mas, alertou-o que o remédio causava um forte sono e por isso devia ser tomado somente a noite. No dia da tragédia ele pediu ajuda a Maria novamente, dessa vez dizendo que ele não se sentia bem.

Maria serviu o chá aos dois e tomou-o para acompanhá-lo, mas não percebeu que o jagunço havia acrescentado ao chá o preparado. Ela sentiu diferença no gosto, mas não levou em consideração. Quando ela sentiu sonolência, pediu ao jagunço licença, ele saiu e ela foi se deitar. Ele esperou até que ela dormisse e foi ter com ela... Maria até que começou a acordar, mas ele trancou sua respiração e ela desmaiou. Então, ele aproveitou fazer o que desejava... Foi quando José chegou e ocorreu o fato."

José ao ouvir essa história ficou desconsolado. Então, sua Maria era inocente! José não pensou duas vezes, levou o jagunço pra fora do armazém e lhe deu três tiros na cabeça. Depois desse crime, José evadiu-se de Minas Gerais e nunca mais foi visto. Maria, por sua vez, foi recolhida ao plano espiritual e pode enfim descansar. Após o tratamento e o refazimento, Maria passou a trabalhar na Linha das Almas, na Falange "Maria Quitéria". Maria sempre gostou da história de Santa Quitéria, porque assim como a sua, era uma história de dor, desejo e traição."



Pelos Canais Paolo Yohar e Gabriela Yasoha
13/04/2015

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Banimento de Arcanjo Miguel



Banimento de Arcanjo Miguel
Coloque uma musica relaxante, que tenha vibração alta. Metalize ou fale em voz audível.
Pela espada de luz de arcanjo Miguel, pela 7 espadas sagradas de luz;
Pela força e a luz dos mestres Ascensionados, Elohins e Arcanjos;
Peço minha cura, libertação, corte
Banimento de todos os males, de todas as energias densas e obscuras que me cercam.
Total remoção de toda carga negativa, raiva, fúria, ódio, males da mente e do astral
Que tudo aquilo que não é de meu Eu superior
seja banido definitivamente de minha vida.
Que meus sentimentos, emoções e reações sejam puros como meu Eu divino
Com a luz e espada de arcanjo Miguel, que todo o mal seja definitivamente retirado de mim dessa existência ou de outras.
Após feche seus olhos e contemple a luz, guias e guardiões trabalhando em você.
Pelo canal Paolo Yohar
13/04/2015

Guardião Vajrapdhara



Hoje falarei sobre Vajradhara
É o Buda Primordial da cor azul claro, carrega em suas mãos dois Vajras (o vajra possui em suas pontas dois diamantes que quando ativados ficam como duas laminas em cada ponta), possui vestes leves cor de laranja ou um salmão, possui uma coroa dourada mas nem sempre aparece com ela na cabeça.
Um pouco sobre Vajradhara por ele mesmo: 
“Você sabe o que é e como é o estado de Vacuidade? Então falarei um pouco dele, o estado de vacuidade é o estado de pleno vazio, este vazio que representa a própria plenitude do ser é como uma complementação de si mesmo. Este é o primeiro estado de consciência alcançado para a saída da roda do sanshara (roda da ilusão), começa-se a remoção das primeiras ilusões tendo a tomada de consciência em tudo que está a sua volta natureza, pessoas, animais todos os seres e a saída do medo, ilusão, raiva e ignorância. Tem-se 5 estados de vacuidade de ensinamentos, segundo estado autoconhecimento, terceiro estado criativo, quarto matérias primordiais, quinto desperto pleno (Buda). Primeiras sensações deste estado é a sensação mentolada no ar (ambiente) a sua volta, depois em seguida uma sensação de plena alegria (primeiras aberturas do cardíaco), essas são as sensações básicas.
Por enquanto é isso que venho a falar a vocês logo saberão e falarei mais de mim.
Por Vajradhara”
Quando está presente no ambiente: começamos a sentir um mentolado no ar, um prisma com as cores do arco-íris se forma em meio ao ambiente, removendo as formas pensamentos que pairam pelo ar trazendo uma profunda serenidade e paz de espirito.
Pode-se chamar Vajradhara quando precisar fazer cortes nas ligações e laços com toda forma de densidades, pensamentos, sentimentos com outras pessoas, situações ou objetos. Também pode se pedir uma limpeza de passado, presente e futura, criando assim uma mudança no espaço tempo removendo bloqueios, trabalhando seus traumas (deve chama-lo com mais frequência para traumas por durante no MINIMO um mês), processos evolutivos.
Essas são duas ótimas formas de se pedir ajuda para Vajradhara. O método para se fazer isso é: Chama-lo em meditação, depois pedir o que vai ser trabalhado, podendo fazer sentado ou deitado (deitado não pode dormir), quando sentir que ele parou de trabalhar agradeço a ele por todo trabalho.
Fique mais uns 10 minutos em repouso para ir ancorando o tratamento e estabilizar o que foi trabalhado.
Que a luz dos Budas ilumine a cada um!
Pelo canal Paolo Yohar
11:20 - 05/02/2015
Paolo Yohar Terapeuta em Fluidos Budicos
Contato: (51) 82578259

Guardiões Abertura de Caminho



GUARDIÕES DE ABERTURA DE CAMINHOS
Você sente sua vida parada em um mesmo lugar. Tenta mudar sua rotina para ver se faz diferença e continua na mesma. Nota que tudo esta parado. O aumento do chefe não chega nunca e seu processo judiciário não anda a 1 ano.
Então lhes apresento os guardiões de abertura de caminhos. Tem por função trazer de volta para sua vida o movimento. Atuando no fluxo vida, desde sua parte amorosa, financeira e pessoal. Realizando uma desobstrução. Uma quebra do padrão frequencial de densidade para que fluam todas energias que estavam atravancadas. Criando um caminho livre para ser trilhado.
Alguns desses guardiões são: Ogum (São Jorge), Destranca Ruas, Maitreya, Ordjen Dzambhala, Dragões, Ganesha.
Como proceder:
Citarei um exemplo: "Senhor Ganesha, com tuas machadinhas que tudo cortam e removem, peço que se faça abertura plena de meus caminhos para que eu possa trilhar meu caminho de luz em total tranquilidade com toda fluidez."
Quer saber mais sobre protetores venha conhecer nosso curso Os Guardiões.
Contato: (55) 99499858 ou (51) 82578259

Um pouco sobre os ninjas - Tohikiro Yao



Um pouco sobre os Ninjas
Primeiramente veremos uma breve parte sobre a história.
Pelos registros históricos os ninjas vieram a aparecer pelos meados dos períodos de Heian (794-1185) e Kamakura (1185-1333), com muitas poucas informações nestas épocas sobre ninjas, o verdadeiro "BOM" sobre eles foi no período Sengoku (1467-1573) que foi pelos meados dos séculos XV - XVII. Que começaram a ser vistos mais como mercenários e espiões contratados surgiram das regiões de Iga e Koga no Japão, e é a partir desses clãs que muito do conhecimento posterior sobre o ninja é inferido.
Mas qual a importância do Guardiões Ninjas? Já que eles não tem um código de honra e nas batalhas são precisos e silenciosos. Bom, é aí que eles entram.
Sou Tohikiro Yao sou do século XVI da cidade de Shizuoka, venho me apresentar como Guardião, posso ser chamado quando for preciso, sempre estou em grupo trabalhando tenho aparência jovial por que minha morte foi cedo.
Mas além de mim existem muito outros Clãs que podem ser chamados caso alguém tenha mais afinidade com algum deles. Bom, mais o que venho aqui dizer é a importância de nos pedir ajuda.
Somos excelente em trazer ocultação contra energias densas, podemos enxergar no obscurecido tanto para remover um ser de trevas, como para momentos de confusão tirar você do obscurecimento, podemos usar os 4 elementos para equilibrar energias em portais e energias físicas e se você gosta de magia também pode nós chamar. Nossa presença traz a sensação de segurança quando estamos por perto deixando a pessoa mais tranquila isto é perfeito para momentos de medo extremo. E se estiver com excesso de energia Yang ( explodindo de raiva, brabeza ou sem paciência) ou impaciente pode nos chamar para trazer a calma para sua mente e coração.
Caso vejo um ninja com energia pesada e densa, peço apenas que respire fundo e olhe dentro do teu coração e peça para ver como realmente somos e vera a beleza que existe dentro de nós.
Pelo Guardião Tohikiro Yao
Nov 2014
Yohar